sábado, 16 de setembro de 2017

O VESTIDO CRESCE

JUNTO COM A MENINA



Prendas não mostram pernas e braços nus. O MTG indica vestidos longos e rodados (saias godê, franzidas ou com babados), com mangas de comprimento abaixo do cotovelo, em tecidos lisos sem brilhos. A armação deve “se concentrar no rodado da saia”, o que significa que o vestido não é armado como o “de princesa”.

 A sobriedade, porém, não significa falta de beleza. Para os ornamentos, as diretrizes abrem um leque de possibilidades de criar as mais belas vestimentas tradicionalistas: vale a pena conferir bordados, fitas, rendas, guipires, gregas, passamanarias que fazem de uma peça de roupa uma obra de arte.

Segundo Edison Acri (O Gaúcho – Usos e Costumes), a indumentária de gaúcho que hoje conhecemos foi adotada no século 19. A vestimenta da prenda teve influência européia e era roupa das mulheres na cidade, principalmente em bailes. Na campanha, a mulher era bem mais modesta.


Todo vestido Paninhos da Dinda é exclusivo. Não há dois iguais. Mas todos vêm com saia de armação e uma flor própria – executada de acordo com os ornamentos do vestido - para os cabelos. Além da excepcional beleza, nossos vestidos têm outra qualidade apreciada pelas mamães e papais: uma reserva de tecido, no corpo, suficiente para encompridar a peça para os próximos anos. O investimento vai valer a pena!

domingo, 8 de janeiro de 2017

Bolsa térmica x cólicas

O atelier 9luas, nosso parceiro, produz para nós as bolsas térmicas de grãos, excelentes para esquentar a barriguinha do bebê e aliviar as cólicas dos primeiros tempos. Vantagens? Têm temperatura estável mais duradoura e formato que se adapta melhor ao corpinho do bebê. Mais adiante, quando o bebê estiver crescido, podem ser colocadas no freezer, para servir como bolsas frias no caso de algum tombo ou batida.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

PILCHAS PARA OS PEQUENOS


Já estão na loja as pilchas para a garotada comemorar a data Farroupilha (20 de setembro), em sua escolinha ou em eventos oficiais. A pilcha gaúcha, roupa da tradição do Rio Grande do Sul, de acordo com a Lei nº. 8.813, de 10 de janeiro de 1989, é traje de honra e de uso preferencial em todos os atos oficiais – públicos ou privados – no Rio Grande do Sul.

Toda a indumentária das prendas e peões – vestidos, bombachas, camisas, lenços e cintos - deve seguir as diretrizes do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), a entidade associativa que congrega os Centros de Tradições Gaúchas. As diretrizes incluem uma observação sobre cores: estão vedados o preto (usado para luto), o branco (para as noivas) e combinações com as cores das bandeiras nacional e rio-grandense.


VESTIDO TAMBÉM CRESCE

Prendas não mostram pernas e braços nus. O MTG indica vestidos longos e rodados (saias godê, franzidas ou com babados), com mangas de comprimento abaixo do cotovelo, em tecidos lisos sem brilhos. A armação deve “se concentrar no rodado da saia”, o que significa que o vestido não é armado como o “de princesa”. A sobriedade, porém, não significa falta de beleza. Para os ornamentos, as diretrizes abrem um leque de possibilidades.

 Todo vestido Paninhos da Dinda é exclusivo. Não há dois iguais. Todos vêm com saia de armação e uma flor própria – executada de acordo com os ornamentos do vestido - para os cabelos. Além da excepcional beleza, nossos vestidos têm outra qualidade apreciada pelas mamães e papais: uma reserva de tecido, no corpo, suficiente para encompridar a peça para os próximos anos.

Segundo Edison Acri (O Gaúcho – Usos e Costumes), a indumentária de gaúcho que hoje conhecemos foi adotada no século 19. A vestimenta da prenda teve influência européia e era roupa das mulheres na cidade, principalmente em bailes. Na campanha, a mulher era bem mais modesta. Usava saia de tecido liso, bem rodada, de cor vibrante, com blusa sem ornamentos, e, como agasalho, um xale em forma triangular.


TRAJE PARA OS PIAZITOS

Para os meninos, o MTG recomenda bombacha de tecido plano, em cor sóbria, com pernas largas e punhos abotoados no tornozelo. A camisa social é indicada para ocasiões sociais ou formais e a camiseta ou camisa polo, para atividades de lazer e informais.

O gaúcho trocou o chiripá (aquela peça em tecido retangular, usada como uma fralda ou saia) pela bombacha, mas não abandonou a guaiaca, um cinturão largo, de couro, com várias bolsinhas para carregar fumo, munição, pólvora, etc. As grandes fivelas de metal, na frente, eram destinadas a proteger a barriga de objetos pontiagudos, como as lanças e facas, nos antigos combates.

No pescoço, o lenço de seda, que inicialmente era amarrado à nuca, para proteger o pescoço, ou, sobre a cabeça, amarrado sob o queixo, para proteger o rosto, o pescoço e as orelhas do vento frio, da chuva e do sereno (por isso, era chamado de sereneiro). O lenço não excluía o chapéu; quando o gaúcho não estava em viagem, deixava o lenço sobre os ombros.

Colete, botas e chapéu arrematam a vestimenta do gaúcho e deixam mamães, papais e avós de queixo caído. Tem tudo, na Paninhos da Dinda, desde para os bebês até os peões de seis anos. E até um pouco maiores.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

PIJAMAS LINDOS. SÃO ROUPA DE FESTA!


     As deslumbrantes festas de aniversário temáticas, envolvendo personagens da literatura, filmes, animações e jogos eletrônicos adorados pela criançada, esgotam seu poder de sedução para meninos e meninas de 7,8 anos de idade. O que está cada vez mais popular nessa quase pré-adolescência são as Festas de Pijama, que nas escolas assumem um caráter mais disciplinar,  pedagógico e o nome de acantonamento.
     Há muitos anos adotada pelas crianças e jovens norte-americanos, a Festa do Pijama (sleepover) trouxe consigo o sentido que mais se sobressai no hemisfério norte. Lá, essa festa é a primeira ocasião em que a criança se depara com a necessidade de afastar-se de casa à noite e dormir longe da mãe. Poucos anos depois, segundo o costume deles, irá para os acampamentos de férias e logo a seguir terá de separar-se da família para morar no campus de uma faculdade distante.
     A Festa do Pijama é considerada um “rito de passagem”, portanto, e obviamente o mesmo acontece por aqui. O fascínio de dormir fora de casa, junto com o/os melhor/es amigo/s, conversando e brincando até tarde, mais a sensação de liberdade que isso tudo e a distância dos pais prometem levam a criança a ansiar por esse tipo de festa, quando recebem o convite. Não consideram, porém, que a oportunidade pode não ser apenas muito divertida, mas também difícil, para aquelas crianças mais apegadas com a mãe e o pai.
     Informação útil para pais de primeira viagem nesse tipo de festa é que as crianças não irão dormir cedo, não. E quando algumas forem vencidas pelo cansaço, uma ou outra pode mesmo ter dificuldade de se entregar ao sono, sentido a falta do aconchego materno/paterno. Mas tudo bem! Os estudiosos dizem que é supernormal isso acontecer, pois cada criança tem seu tempo em vivenciar essa ou aquela etapa. Ninguém estranha ter que chamar pai/mãe de algum dos participantes lá pelas 3 da madruga!
     A Festa do Pijama está merecendo, de quem a oferece, decoração caprichada (tendas, colchonetes, cobertores e travesseiros combinando, kits de higiene para cada participante, etc., além de menu especial para janta e café da manhã, e programação de jogos e brincadeiras. De parte dos convidados, a ocasião pede uma roupa de acordo, pois geralmente inclui concurso da vestimenta mais original ou bonita.É aí que entram as confecções: hoje os pijamas são realmente roupa de festa.
     As melhores marcas – Hering, PUC, Marisol, Dedeka, Mensageiro dos Sonhos – oferecem pijamas lindíssimos, alguns que brilham no escuro, e muito confortáveis. Nessa “Festa do Pijama” que a Paninhos da Dinda está realizando, na compra de um pijama a criança ganha um saquinho de tecido especial, para levá-lo à festa, junto com os chinelos e o pet de pelúcia favorito. Vale a pena!

sexta-feira, 22 de abril de 2016

ADIVINHA QUEM CRESCEU?!?


Grande novidade!!!
Muito sonhada, a ampliação da loja se tornou realidade, no mesmo endereço, mas com muito mais conforto para atender aos nosso clientes.
E como eles também estão crescendo, e as mamães pediram, espichamos a grade das nossas mercadorias até o tamanho 14!
Venham conferir as maravilhas para o friozinho, que se aproxima.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

ROUPA COM PERSONAGENS PARA ALEGRAR NO NATAL

   A Paninhos da Dinda destinou os produtos licenciados para a principal promoção da Black Friday, dia 27 de novembro – estendida aos dias 28, sábado, e 30, segunda-feira. Camisetas, blusas, regatas, pijamas, meias, cuecas, toalhas que estampam os heróis, a Galinha Pintadinha, as bonecas Ever After High, a Barbie, a Minnie e outros personagens amados pelas crianças, terão 30% de desconto. Outra promoção dá descontões para todos os acessórios de cabelo. Boas idéias para o Natal, não?

COMO A BLACK FRIDAY FICA AZUL
   Desde a década de 1950, os americanos denominam de Black Friday o dia seguinte ao Dia de Ação de Graças, o feriado tradicional em que agradecem pelas conquistas durante o ano, que sempre ocorre na última quinta-feira de novembro. Nessa sexta-feira, as lojas oferecem bons descontos para todos, o que promove uma grande pré-venda natalina. Os comerciantes justificam a denominação afirmando que o bom movimento permite que eles “saiam do vermelho” (o saldo negativo de suas contas) e voltem a entrar no “preto” (para nós, é “azul”).
   O jornalista Ben Zimmer, no entanto, descobriu que o termo Black Friday, quando se popularizou, não tinha essa conotação positiva referindo-se aos lucros do comércio, mas trazia uma idéia de terror disseminado. Há registros de que havia uma alta incidência de faltas ao trabalho no dia após Thanksgiving. E nos anos de 1960, na Filadélfia, na sexta-feira e no sábado subsequentes ao feriado, havia enormes congestionamentos de trânsito, o estacionamento não era suficiente para os carros no centro da cidade, os guardas do setor tinham que dobrar suas horas de trabalho ainda que tivessem reforços.
   Mesmo com as terríveis condições de trânsito, os comerciantes não queriam uma denominação de cunho negativo para suas promoções e tentaram difundir a expressão “Big Friday” (Sexta-feira Grande), mas não conseguiram. A Black Friday se difundiu por todo o país e então, nos anos de 1980, os comerciantes mudaram o sentido do nome, divulgando como explicação o “back in black” (de volta ao preto), ou seja, de volta ao faturamento das lojas. A idéia interessou a outros países e, nos últimos anos, chegou ao Brasil, que não tem Dia de Ação de Graças, mas tem um público-consumidor que adora promoções e anseia por descontos, nesses dias difíceis.

AS SEXTAS MAIS NEGRAS DA HISTÓRIA

   A primeira vez em que apareceu a expressão Black Friday foi em 6 de dezembro de 1745, data em que Charles Edward Stuart, pretendente ao trono da Grã-Bretanha, que já tinha sido ocupado por sua família, desfechou uma sangrenta batalha na Escócia. Os dias 24 de setembro de 1869, quando dois espertalhões manipularam o mercado do ouro norte-americano, provocando o pânico dos meios financeiros, e 18 de setembro de 1873, data da falência de uma financeira na Filadélfia, que anunciou uma grave depressão econômica nos Estados Unidos, também entraram para a história como Black Friday.
   Para quem desejar mais detalhes dessas histórias contadas por Ben Zimmer, o link é http://www.visualthesaurus.com/cm/wordroutes/the-origins-of-black-friday/